quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Mensagem Primeiros Socorros


A caixa de primeiro socorros
Durante algum tempo, em nosso país, por força de lei, em todos os veículos foi obrigatório o seu porte. Referimo-nos à caixa de primeiros socorros.

Em nossos lares e escritórios, habitualmente a temos, para eventuais pequenas emergências, resultantes de descuidos ou invigilâncias.

Para a nossa intimidade, também uma caixinha de primeiros socorros se faz importante. Naturalmente seu conteúdo deverá ser um pouco diverso.

Vejamos o que deveria conter esta caixinha especial de primeiros socorros: um palito, um elástico, um curativo, um lápis, uma borracha, um chocolate e um saquinho de chá instantâneo.

Para quê servirá tudo isto? Vamos por partes:

O palito servirá para nos lembrar de "escavar" nas pessoas da nossa convivência todas as qualidades que elas têm e, assim, melhor conviver com elas.

O elástico será para nos lembrar de ser flexíveis, já que nem as coisas, nem as pessoas são sempre da maneira como gostaríamos que fossem.

O curativo haverá de nos ajudar para aqueles sentimentos feridos. Tanto os nossos, causados pelos que amamos, e quase sempre sem se aperceberem, bem como os sentimentos dos demais, tantas vezes atingidos pela nossa forma de ser e agir.

O lápis servirá para que anotemos, todos os dias, a quantidade enorme de bênçãos que nos chegam:

O calor do sol, a frescura da chuva, o benefício dos ventos, o perfume das flores, o ar que respiramos, o alimento que nos sustenta, as roupas que nos protegem das intempéries, as pessoas que se constituem em nossas alegrias. E tudo o mais que pudermos lembrar.

A borracha será bastante útil para nos lembrar que todos cometemos erros e, da mesma forma que desejamos que os outros nos desculpem, também devemos "apagar" dos nossos relacionamentos o que de errado fizeram para conosco.

O chocolate é para recordar que todos necessitamos da doçura de um afago, de um beijo e de um abraço diariamente.

E o saquinho de chá? Bom, este será para que tomemos um tempo, relaxemos e façamos uma lista de todos os que nos amam, iniciando por Deus, nosso pai, que nos criou e que todos os dias nos envia as suas mensagens de amor.

E, aproveitando esse tempinho, nos lembremos de que pode ser que para o mundo sejamos apenas alguém, mas para uma pessoa, que pode ser um filho, a esposa, o namorado, a mãe, um amigo, um animal de estimação sejamos todo o seu mundo...

E, então, que tal providenciar esta caixinha de primeiros socorros para as nossas vidas?

***

No trato com os demais, observemos sempre as suas boas qualidades, relevando os traços que ainda não foram burilados.

Sustentemos as nossas amizades no clima da confiança, compreendendo as faltas alheias e as desculpando, porque, em essência, esta é a forma de amor que reeduca, promove e ergue as criaturas a alturas maiores.

Ofereçamos sempre a nossa melhor parte. Doemos a mais importante cota de que sejamos portadores, o que, em palavras mais simples, se traduz por amor.








O que devemos ter numa caixa de primeiros socorros?]






LISTA DE SUPRIMENTOS DE URGÊNCIA
Tenha sempre em casa ou no seu automóvel uma caixa de primeiros socorros. Eis alguns suprimentos necessários:
- Compressas de gaze esterilizada de 7,5 x 7,5 cm embrulhadas separadamente
- Rolos de ataduras de gaze (em 3 tamanhos)
- Gaze, tipo chumaço, para olhos
- Caixa de curativo adesivo
- Cotonetes
- Rolo de esparadrapo de 2,5 cm
- Pacote de algodão absorvente
- Pomada contra irritação da pele
- Vidro de álcool
- Vidro de água oxigenada
- Tubo de vaselina esterilizada
- Sal de mesa (pequeno pacote)
- Tesoura
- Termômetro
- Bolsa de água quente
- Bolsa de gelo
- Sacos de plástico
- Caixa de fósforo
- Lanterna elétrica
- Conta gotas
- Alfinetes de fralda
- Colhere de plástico
- Fisioex ou similar
- Um vidro de 50cc de solução anti-séptica

Os materiais relacionados poderão ser enrolados em papel impermeável e colocados numa caixa de fácil transporte.
Esses materiais poderão ser guardados em casa, num local de fácil acesso, ou levados em excursões.

Em qualquer situação de emergência, jornais limpos são bom material para forrar chão e superfícies. Espalhe os jornais em volta e sob a vítima, a fim de auxiliar e evitar a contaminação

O que fazer em caso desses acidentes?


Primeiros Socorros





EM CASO DE ACIDENTE NA ESTRADA VOCÊ ESTÁ PREPARADO PARA SOCORRER TEU AMIGO MOTOCICLISTA?
Informações básicas sobre o que fazer e o que não fazer nas situações de acidente, são conceitos e técnicas fáceis de aprender que, unidos à vontade e à decisão de ajudar, podem impedir que um acidente tenha maiores consequências, aumentando bastante as chances de uma melhor recuperação das vítimas.
Primeiro Socorros são as providências imediatas tomadas no local do acidente. É o atendimento inicial e temporário, até a chegada de um socorro profissional. Quais são essas providências?

• Uma rápida avaliação da vítima;
• Aliviar as condições que ameacem a vida ou que possam agravar o quadro da vítima;
• Acionar corretamente um serviço de emergência local.


É claro que cada acidente é diferente do outro. E, por isso, só se pode falar na melhor forma de socorro quando se sabe quais são as suas características. Um veículo que está se incendiando, um local perigoso (uma curva, por exemplo), vítimas presas nas ferragens, a presença de cargas tóxicas, tudo isso interfere na forma do socorro. Suas ações também vão ser diferentes caso haja outras pessoas iniciando os socorros, ou mesmo se você estiver ferido.

Mas a sequência das ações a serem realizadas será sempre a mesma:
1. Manter a calma;
2. Garantir a segurança;
3. Pedir socorro;
4. Controlar a situação;
5. Verificar a situação das vítimas;
6. Realizar ações de socorro as vítimas.


Quanto mais cedo chegar um socorro profissional, melhor para as vítimas de um acidente, o acione o mais rápido possível. Hoje, em grande parte do Brasil, podemos contar com serviços de atendimento a emergências. O chamado Resgate, ligado ao Corpo de Bombeiros, os SAMUs, os atendimentos das próprias rodovias ou outros tipos de socorro recebem chamados por telefone, fazem uma triagem prévia e enviam equipes treinadas em ambulâncias equipadas. No próprio local, após uma primeira avaliação, os feridos são atendidos emergencialmente para, em seguida, serem transferidos a hospitais.
São serviços gratuitos, que têm, em muitos casos, números de telefone padronizados em todo o Brasil. Use o seu celular, o de outra pessoa, os telefones dos acostamentos das rodovias, os telefones públicos ou peça para alguém que esteja passando pelo local que vá a um telefone ou a um posto rodoviário acionar rapidamente o socorro.

Os telefones básicos são:
SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência), ligue 192, atendimentos:
• Qualquer tipo de acidente.
• Mal súbito em via pública ou rodovia.

O SAMU foi idealizado para atender a qualquer tipo de emergência relacionado à saúde, incluindo acidentes de trânsito.
Pode ser acionado também para socorrer pessoas que passam mal dentro dos veículos. O SAMU pode acionar o serviço de Resgate ou outros, se houver necessidade.
Procure saber se existe e como funciona o SAMU em sua região.

domingo, 2 de setembro de 2012



HISTÓRIA DA SAÚDE PÚBLICA NO BRASIL


No início, "não havia nada" considerando-se o que poderia ter sido feito. A saúde no Brasil praticamente inexistiu nos tempos de colônia. O modelo exploratório nem pensava nessas coisas. O pajé, com suas ervas e cantos, a medicina dos jesuítas e os boticários, que viajavam pelo Brasil Colônia, eram as únicas formas de assistência à saúde. Para se ter uma ideia, em 1789, havia no Rio de Janeiro apenas quatro médicos.

Além das enfermarias de cuidados dos jesuítas a únicas instituições que podemos destacar no vazio assistencial desse período é a criação das Santas Casas de Misericórdia. É controversa a data de criação da primeira Santa Casa no Brasil, para alguns autores teria sido a do porto de Santos fundada por Brás Cubas (1507-1592) em 1543 para outros teria sido a da Bahia ou de Olinda.

Entre as descrições das patologias e medicamentos utilizados no Brasil Colônia destaca-se as contribuições do médico naturalista Guilherme Piso (1611-1678), que participou, como médico, de uma expedição nos anos 1637 - 1644 para o Brasil, com patrocínio do conde Maurício de Nassau (1604-1679) que administrou a conquista holandesa do nordeste do país entre 1637 e 1644. 
Observe-se a continuidade da catalogação de espécies de uso medicinal, já iniciada pelos jesuítas e outros viajantes, comparando o uso das espécies nativas às já conhecidas na farmacopeia europeia.

Com a chegada da família real portuguesa, em 1808, as necessidades da corte forçaram a criação das duas primeiras escolas de medicina do país: o Colégio Médico-Cirúrgico no Real Hospital Militar da Cidade de Salvador e a Escola de Cirurgia do Rio de Janeiro. E foram essas as únicas medidas governamentais até a República.

Foi no primeiro governo de Rodrigues Alves (1902-1906) que houve a primeira medida sanitarista no país. O Rio de Janeiro não tinha nenhum saneamento básico e, assim, várias doenças graves como varíola, malária, febre amarela e até a peste bubônica espalhavam-se facilmente. O presidente então nomeou o médico Oswaldo Cruz para dar um jeito no problema. Numa ação policialesca, o sanitarista convocou 1.500 pessoas para ações que invadiam as casas, queimavam roupas e colchões. Sem nenhum tipo de ação educativa, a população foi ficando cada vez mais indignada. E o auge do conflito foi a instituição de uma vacinação anti-varíola. A população saiu às ruas e iniciou a Revolta da Vacina. Oswaldo Cruz acabou afastado. (ref. Encicopledia Livre).